Qualidade de vida

9 de setembro – Dia do Cachorro-quente

hot-dog

Se existe um lanche que agrade qualquer paladar é o cachorro-quente, ao mesmo tempo em que ele pode estar em sua versão mais simples, com pão, salsicha e molho, a iguaria também é encontrada recheada de ingredientes locais conforme a região que se encontra.

Popular ao redor de todo mundo, você pode comer um delicioso hot-dog em sua casa, com os ingredientes que mais agradam o seu gosto e encontrá-lo em uma lanchonete ou food truck no meio da correria do seu dia a dia. Não importa o lugar que você esteja, ele sempre será uma opção de lanche gostoso e acessível. Em Nova York, por exemplo, você encontra vendedores de rua com o lanche a 1 dólar, a diferença é que nos Estados Unidos, no lugar da salsicha, o lanche é formado por pão e linguiça fininha.

Essa diferença de ingredientes também é encontrada pelo nosso Brasil. Em São Paulo, ingrediente indispensável é o purê, no interior do estado, como São José do Rio Preto, há frango desfiado e carne moída, em Campinas, linguiça, milho e ervilha, e no Rio de Janeiro ovo de codorna e até uva passa.

O cachorro-quente na região Sul recebe influência da imigração alemã, recheado com chucrute, uma iguaria feita da conserva de repolho. No Norte, a regionalidade marca presença, com o tucumã, fruto da palmeira da Amazônia, queijo coalho e lascas de coquinho. No Pará, o lanche recebe folhas de jambú, que deixa a língua e os lábios dormentes, além do molho do tucupi, feito da mandioca. Já em Brasília, no Distrito Federal, o que não pode faltar é a pasta de alho, ingrediente presente em quase todos os lanches da região.

Não importa como seja a sua versão favorita, com molho, bacon, batata palha, purê, ovo ou salada, o importante é comemorar o dia do cachorro-quente do jeito certo, se deliciando com aquele “dogão”. Bom apetite!

 

 

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